segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Mexican security chief found dead


(CNN) -- The top security official in the Mexican state of Nuevo Leon was found shot dead and burned inside a truck in the city of Monterrey, the state-run Notimex news agency reported, citing state officials.
The governor's office confirmed the death of Homero Guillermo Salcido Trevino, head of the control, command and communications operations for the state police.
He suffered five bullet wounds, and his body was set on fire inside his official truck, officials said.
Officials found the body Sunday night. CNN

Man charged in killing of Pakistani politician gets Valentine's gifts


Islamabad, Pakistan (CNN) -- Supporters of an accused assassin of a Pakistani politician brought him Valentine's flowers and cards Monday, the same day a judge charged him with murder and terrorism acts, his lawyer said.
Pakistani police have said Mumtaz Hussain Qadri confessed to gunning down Salman Taseer, the governor of Punjab Province, outside an outdoor market in Islamabad last month.
The suspect was serving as Taseer's security guard at the time of the shooting.
Police said Qadri shot Taseer because of the liberal politician's campaign to amend Pakistan's controversial blasphemy laws.
The charges of murder and committing an act of terrorism each carry the possible death penalty in Pakistan.
When the judge asked Qadri to enter a plea, he denied committing a crime, said Raja Shuja Ur Rehman, his lawyer.
"I acted against a blasphemer per the guidelines of the Quran and the teachings of the prophet Muhammad," Qadri told the judge, according to his lawyer. "I didn't kill an innocent person".
Pakistani authorities held Monday's hearing inside the jail where Qadri is being kept for security reasons.
Around 50 people stood outside the jail bearing flowers and Valentine's wishes for the accused assassin, his lawyer said.
It wasn't clear whether jail officials delivered the flowers to Qadri.
Since the shooting, Pakistan's hard-line religious groups have congratulated Qadri and held demonstrations calling him a hero, while condemning anyone who tries to change Pakistan's blasphemy laws.
The next court date for Qadri is scheduled for February 26th when the prosecution is scheduled to present its evidence. CNN

Cientistas desenvolvem superarroz adaptado à mudança climática

O desenvolvimento de um "superarroz" resistente às bruscas mudanças climáticas para garantir o sustento alimentar mundial é o objetivo dos cientistas de meio mundo que trabalham em um laboratório nas Filipinas.

Os especialistas do Instituto Internacional de Pesquisa do Arroz (IRRI, em sua sigla em inglês), uma instituição sem fins lucrativos localizada 60 quilômetros ao sul de Manila, e da Academia Chinesa de Ciências Agrárias pesquisam há 12 anos para chegar à composição do chamado "superarroz verde".

"O que tentamos é criar distintas variedades de arroz que ofereçam um bom rendimento aos agricultores com um menor uso de adubo e que ainda sejam resistentes às condições ambientais desfavoráveis, como as inundações, a seca, as bactérias, as más ervas e a alta salinidade da água", explica Jaouhar Ali, cientista da instituição.

Com base nos dados que indicam que o cultivo do arroz consome cerca de 30% da água empregada com fins agrícolas em todo o mundo, sendo que na Ásia o índice chega a 80%, os cientistas tentam criar uma semente que necessite de menos irrigação.

"Para 2025 calculamos que a demanda por arroz no mundo terá aumentado 40% e ao mesmo tempo entre 15 e 20 milhões de hectares de arrozais sofrerão escassez de água", aponta Ali.

Os cientistas do laboratório já dedicaram mais de uma década a cruzar cerca de 250 variedades de grãos, além de experiências com híbridos, a fim de obter uma semente que permita colher maior quantidade de arroz com menos água e semente.

Por enquanto, produziram várias sementes que tiveram bons resultados em terreno seco, em áreas inundadas e com alta salinidade, e também perduraram perante a invasão de ervas prejudiciais em experimentos realizados em 15 países da Ásia e da África.

"É curioso porque descobrimos que os mesmos genes implicados na resistência à seca também favorecem a sobrevivência nas inundações", assinala o pesquisador.

Um dos obstáculos para a expansão das novas variedades de grãos pelos países em que o arroz é parte da dieta básica da população é a falta de dinheiro para financiar projetos, apesar de a instituição ter recebido recentemente uma ajuda de US$ 18 milhões da Fundação Bill e Melinda Gates, criada pelo bilionário americano.

O "superarroz verde" será o substituto melhorado do "arroz milagro", desenvolvido pela instituição na década de 60 e com o qual se chegou a multiplicar por dez o rendimento por hectare em alguns arrozais, o que evitou que a Índia e outros países da Ásia sofressem grandes crises de fome.

Mas o "arroz milagro", obtido também depois do cruzamento de diferentes grãos, e suas posteriores evoluções requerem uma grande quantidade de água e adubo para seu crescimento perfeito e não se adaptam bem aos fenômenos climáticos que com maior frequência se registram em todo o mundo.

"Por exemplo, a China utiliza um terço da produção global de pesticidas e adubos e só tem 7% das terras cultivadas no planeta, o que causa uma grande poluição. Obviamente a situação é insustentável", alerta Ali.

O projeto de "superarroz", que planeja contribuir para atenuar a fome nas regiões mais pobres, não implica modificações genéticas artificiais mas dezenas de cruzamentos de distintas espécies de arroz de todo o planeta até chegar aos mais resistentes.

Ali insiste que o objetivo de sua equipe não é criar uma variedade única, mas adaptar as mais consumidas em cada zona do mundo às condições ambientais nas quais o grão vai crescer sem que por isso perca qualidade e ao mesmo tempo aumente a colheita.

"Temos que nos adaptar ao gosto de cada país porque o arroz que se consome no Vietnã não é igual ao que comem no Sri Lanka", diz o investigador.

Os bons resultados obtidos durante a fase experimental encorajam os pesquisadores à pretensão de distribuir este arroz entre 20 milhões de pequenos agricultores em um prazo de quatro a dez anos.

Segundo os cálculos do instituto, isso representará um aumento da produção de arroz de cerca de 13 milhões de toneladas por colheita e gerará para o setor US$ 2,6 bilhões adicionais. EFE Folha Online

Presidente do Brasil diz que Ronaldo é exemplo de superação

A presidente Dilma Rousseff emitiu uma nota na noite desta segunda-feira para saudar o atacante Ronaldo, que anunciou oficialmente nesta tarde o encerramento da sua carreira profissional.


No comunicado, a presidente apontou o ex-camisa 9 corintiano como "um brasileiro que se tornou Fenômeno", e que ele é "um dos jogadores mais talentosos da história do futebol".

"Neste momento de despedida, quero enviar minha saudação ao jogador Ronaldo Luís Nazário de Lima", iniciou Dilma Rousseff na nota.

"Em plena atividade, o jogador, que foi um exemplo de superação, já tinha se tornado uma verdadeira lenda. Todos nós, brasileiros, seremos eternamente gratos pelas alegrias que ele nos proporcionou e pelo que fez em prol do prestígio do Brasil no mundo dos esportes", completou.

Eleito três vezes o melhor jogador do mundo, Ronaldo, 34, confirmou a aposentadoria no Centro de Treinamento do Corinthians, mas segundo o agora ex-atacante a decisão foi tomada na última quinta.

Depois de 18 anos dedicados ao futebol profissional, o agora ex-atacante Ronaldo aproveitou para falar que há quatro anos tem uma doença que prejudica a sua briga com a balança, o hipotiroidismo. Folha Online

Barça é eleito melhor time da 1ª década do século 21 em lista

O Barcelona foi o melhor clube da primeira década do século 21, segundo publicou nesta segunda-feira a IFFHS (Federação Internacional de História e Estatística do Futebol).

A conquista do Barça jogou para segunda colocação o Manchester United, eleito na década anterior.

Na terceira colocação aparece o Liverpool, seguido do também inglês Arsenal.
O Real Madrid, considerada a melhor equipe europeia do século 20, ocupa a oitava posição na década. Confira o top-10 do ranking:

1. Barcelona (ESP) - 2.550,0 pontos
2. Manchester United (ING) - 2.523,0
3. Liverpool (ING) - 2.414,0
4. Arsenal (ING) - 2.410,0
5. Inter Milão (ITA) - 2.358,0
6. Bayern de Munique (ALE) - 2.315,0
7. Milan (ITA) - 2.296,0
8. Real Madrid (ESP) - 2.257,0
9. Chelsea (ING) - 2.235,0
10. Roma (ITA) - 2.028,0 | Folha Online

Security confiscate loaded rifle magazine from woman at Moscow airport

Security officials have confiscated a fully-loaded magazine for a combat rifle from a female passenger at Moscow's Domodedovo airport, the Russian Federal Transport Service said on Monday.
"The military cargo was found in a travel bag belonging to a woman with a dual Israeli - U.S. citizenship," the service said in a statement. "She was en route from Tel Aviv to New York via Moscow".
Transport security has been in the focus of the Russian government since last month's deadlyterrorist attack on the Domodedovo airport, which killed 36 and injured more than 120. RIA Novosti

Guardian seeks clarification on Moscow correspondent's visa

The Guardian newspaper says it is seeking urgent clarification on whether its Moscow correspondent, Luke Harding, will be allowed to remain in the country after his press card expires in May.
Harding, 42, was refused reentry to Russia on February 5 after being absent from the country for two months. The Russian authorities reversed their decision following criticism in the global media. Harding returned to Moscow on Saturday.
"It is still not clear whether Luke is being allowed in indefinitely or is still being expelled in 15 weeks' time," The Guardian said in a statement. "The Guardian is seeking urgent clarification on this".
Harding was first informed that his accreditation would be withdrawn in November last year, but was allowed to stay in Russia until May 2011 after protests from the British government, the statement said.
The journalist was issued an extended certificate for foreign correspondents but he did not collect it before he went to London.
A source in a Russian law enforcement agency said earlier that Harding was blacklisted as a person whose presence in the country was "undesirable".
Harding was responsible for reporting on U.S. diplomatic cables leaked to The Guardian by WikiLeaks, including allegations that Russia under the rule of Prime Minister Vladimir Putin has become a "virtual mafia state".
The journalist wrote on his Twitter blog on February 7: "The Russians have been unhappy with my reporting for a while. But it seems WikiLeaks may have been the final straw". RIA Novosti

Egypt's military council urges end of strikes

The Supreme Council of the Egyptian armed forces reiterated on Monday its call to opposition activists and labor leaders to end protests and return to work.
On Monday several thousand people gathered on Cairo's central Tahrir Square, the heart of million-strong opposition protests that swept President Hosni Mubark from office on Friday, celebrating their victory and demanding future democratic reforms.
Thousands or workers, predominantly from state companies, went on strike over wages and working conditions.
"Such actions have negative consequences," the military council, which took power after Mubarak resigned on Friday, said in a statement read by a military spokesman on national television. "We hope that everyone will cooperate [with the authorities] in creating favorable circumstances for the running of the country in this period and transferring power to legal civilian authorities elected by the people".
On Sunday, the military council dissolved parliament and suspended the constitution. It has promised to hold democratic presidential and parliamentary elections in September. RIA Novosti

Poland, Russia to continue probe into Kaczynski plane crash

Russian and Polish investigators will continue a joint probe into the crash of late president Lech Kaczynski's plane, the Russian Foreign Ministry said on Monday.
Earlier on Monday, Russian Deputy Foreign Minister Vladimir Titov met with his Polish counterpart Henryk Litwin.
"Both sides reiterated their readiness to continue close cooperation in investigating the causes of the Smolensk air crash," the ministry said.
Earlier in February, Polish military prosecutors in Moscow questioned two Russian air traffic controllers from the airport where Kaczynski's plane crashed in April 2010 and said they planned to interview more witnesses as they believe that the pilots were not given vital information on weather and other conditions as they approached Smolensk on April 10.
The Polish Interior Ministry has said it will delay the release of a report on the causes of the plane crash until late March.
Lech Kaczynski, his wife and dozens of high-ranking Polish officials were killed when their Tu-154 plane crashed near the Russian city of Smolensk while landing in thick fog.
The Moscow-based CIS International Aviation Committee (MAK) released a report on January 12, citing pilot error as the main cause of the tragedy. Polish experts and officials have criticized the report, saying it lacks evidence.
Jaroslaw Kaczynski, a Polish opposition leader and the late president's twin brother, has blamed Russia for the tragedy. RIA Novosti

Revealed: how energy firms spy on environmental activists


Three large energy companies have been carrying out covert intelligence-gathering operations on environmental activists, the Guardian can reveal.
The energy giant E.ON, Britain's second-biggest coal producer Scottish Resources Group and Scottish Power, one of the UK's largest electricity-generators, have been paying for the services of a private security firm that has been secretly monitoring activists.
Leaked documents show how the security firm's owner, Rebecca Todd, tipped off company executives about environmentalists' plans after snooping on their emails. She is also shown instructing an agent to attend campaign meetings and coaching him on how to ingratiate himself with activists. The disclosures come as police chiefs, on the defensive over damaging revelations of undercover police officers in the protest movement, privately claim that there are more corporate spies in protest groups than undercover police officers.
Senior police officers complain that spies hired by commercial firms are – unlike their own agents – barely regulated.
Sir Hugh Orde, the president of the Association of Chief Police Officers, which until recently ran the secretive national unit of undercover police officers deployed in protest groups, said in a speech last week that "the deployment by completely uncontrolled and unrestrained players in the private sector" constituted a "massive area of concern".
Revelations about Mark Kennedy and three other undercover police officers in protest groups caused a furore last month and led to four official inquiries into their activities.
Now a Guardian investigation has shed new light on the surveillance of green campaigners by private security firms whose intrusive operations include posing as activists on mailing lists and infiltrating full-time agents into campaign groups over many years.
Multinational companies, ranging from power producers to arms sellers, hire these firms to try to prevent activists running campaigns against them or breaking into their sites.
The leaked documents lay bare the methods of one firm, Vericola, run by 33-year-old Todd. Based in Canterbury, Vericola, according to Todd, is a "business risk management company" offering a "bespoke" service to clients "regarding potential threats" to their businesses.
Over the past three years, Todd, using different email addresses, has signed up to the mailing lists of a series of environ-mental groups organising major demonstrations such as the G20 rallies in London, demonstrations against E.ON's Kingsnorth power station and the expansion of Heathrow airport, giving her access to communications and advanced notice of demonstrations.
Last July, she forwarded details about Climate Camp campaigners to two company directors she called "the usual suspects".
One was Gordon Irving, the security director of Scottish Power since 2001 after spending 30 years in Strathclyde police force. The other was Alan Somerville, then a director of Scottish Resources Group which produces a large amount of Britain's coal.
Todd highlighted a call from campaigners to submit more objections to coal-producing developments which needed planning permission.
Activists say she regularly attended meetings of an environmental group, known as Rising Tide, for around a year in 2007/08.
The documents also show her advising a colleague on how to fit in with the other activists at meetings held to organise future protests. One tip was that he should not mention he was flying to Germany as "obviously" the environmentalists "hate short-haul flights".
Todd, who says she is not a corporate spy, told the Guardian that all the information she acquires comes from public sources such as subscribing to emailing lists through the websites of the environmental groups.
Despite emails revealing how she repeatedly tried to find ways for her agents to access protest gatherings, Todd denied her company "infiltrates" meetings of protest groups as they are open to any member of the public.
The environmental activists are angry that, by posing as a supporter, she has gained access to emails and meetings where tactics and strategies are discussed. Eli Wilton, a Climate Camp organiser, said: "It's frightening that in a meeting about how to stop the fossil fuel industry, the person sitting next to you might be a spy paid for by the energy giants themselves".
He said Todd and her colleagues "couldn't have gotten subscribed without attending our meetings. These were internal lists where, for example, we strategised about how to stop new coal-fired power stations being built by E.ON".
E.ON said it had hired Vericola and another security firm, Global Open, on an "ad hoc" basis as its executives wanted to know when environmentalists were going to demonstrate at or invade its power stations and other premises, as they had done in the past.
The E.ON spokesman said it asked Vericola only for publicly available information and if Todd and her colleagues had obtained private information, they had done so "under their own steam".
SRG and Scottish Power did not comment. The Guardian

Khodorkovsky judge acted 'under orders' - court aide


An aide to the Russian judge who convicted Mikhail Khodorkovsky at his second trial last year has said he did not write his own verdict.
Judge Viktor Danilkin resented having to take orders from above during the trial of the former tycoon, Natalya Vasilyeva told Russian media.
The judge denied her allegations, describing them as slander.
The trial for fraud of Khodorkovsky and his business partner Platon Lebedev was widely condemned abroad as unfair.
Already in detention since 2003, he was sentenced to a further six years in prison and is not now due for release until 2017.
Under Russian law, it is for the judge alone to write his verdict, without any interference by other members of the judiciary.
According to Ms Vasilyeva, Judge Danilkin was indignant at having to take orders and was anxious and irritable because of it.
When asked for confirmation of what she had reportedly told Russian media, Ms Vasilyeva's office said she was on holiday. BBC News

Chevron fined for Amazon pollution by Ecuador court


A court in Ecuador has fined US oil giant Chevron a reported $8bn (£5bn) for polluting a large part of the country's Amazon region.
The oil firm Texaco, which merged with Chevron in 2001, was accused of dumping billions of gallons of toxic materials into unlined pits and Amazon rivers.
Campaigners say crops were damaged and farm animals killed, and that local cancer rates increased.
Condemning the ruling as fraudulent, Chevron said it would appeal.
The lawsuit was brought on behalf of 30,000 Ecuadoreans, in a case which dragged on for nearly two decades.
The plaintiffs said the company's activities had destroyed large areas of rainforest and also led to an increased risk of cancer among the local population.
The trial began in 2003 after almost a decade of legal battles in the US. At that time, a US appeals court ruled that the case should be heard in Ecuador.
Environmentalists hope the case will set a precedent, forcing companies operating in developing countries to comply with the same anti-pollution standards as in the industrialised world. BBC News

Cinco marines desaparecidos y otros cuatro heridos en un ataque de las FARC

Cuatro infantes de la Armada de Colombia resultaron heridos y otros cinco fueron dados por desaparecidos al estallar un explosivo colocado por las FARC en una orilla del río Putumayo, en el sur del país, informaron este lunes fuentes oficiales.
El atentado se registró este lunes en la pequeña localidad de Piñuña Negro, que pertenece al municipio de Puerto Leguízamo, en el selvático Putumayo, cuando efectivos de la Armada desembarcaban en esa zona fronteriza con Ecuador.
"Las cargas son sembradas habitualmente a orillas de los ríos de la región por terroristas del frente 48 de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) que esperan a las unidades militares para activarlas", dijeron fuentes del Comando de la Fuerza Naval del Sur desde la sede de esa unidad en Puerto Leguízamo.
Mandos de esa unidad tratan de establecer ahora si entre los cinco uniformados desaparecidos hay dos suboficiales, mientras rastrean la zona para encontrar a los desaparecidos en un área con fuerte presencia de la guerrilla de las FARC.
El Comando de la Armada consideró que esa acción "representa una grave violación a los principios del Derecho Internacional Humanitario, los derechos humanos y la Convención de Ottawa" por el uso de minas antipersonales prohibidas. El Mundo

País pode ter mais estrangeiro no pré-sal

A falta de profissionais qualificados na indústria fornecedora de bens e serviços para o setor petrolífero pode não só ameaçar o cronograma de exploração na camada pré-sal como ampliar os riscos para a segurança nas operações.

As empresas perceberam que estão numa corrida contra o tempo. Enquanto não formam gente em número suficiente, recorrem a trabalhadores importados para suprir a crescente necessidade.

Diante desse quadro, o governo avalia flexibilizar o número mínimo exigido de trabalhadores brasileiros em sondas de perfuração e plataformas de exploração de petróleo e gás. A medida serviria para reduzir a falta crônica de mão de obra local.

A regra atual prevê que, no primeiro ano, 1/3 dos trabalhadores dessas unidades deve ser de brasileiros. A partir do segundo ano, a exigência sobe, e 2/3 de quem trabalha nesse ambiente da indústria do petróleo devem ter nascido no Brasil.

MAIS ESTRANGEIROS

Mas a falta de gente tem feito com que o número de estrangeiros trabalhando em áreas ligadas ao petróleo tenha quase que dobrado nos últimos três anos, segundo dados do Ministério do Trabalho.

A importação de mão de obra é intensificada especialmente pela escassez de trabalhadores em áreas específicas. Em 2008, 343 trabalhadores ligados a engenharia naval foram trazidos. Em 2010, esse número ultrapassou 700, segundo dados atualizados até setembro.

Faltam principalmente engenheiros de petróleo, engenheiros navais e geólogos. Nas universidades, apenas metade das vagas do curso de engenharia de petróleo é preenchida.

"O curso de engenharia naval ainda forma pouca gente. Está começando a crescer a procura, mas, durante anos, foi esvaziado. Então, as universidades estão retomando agora", diz Mariângela Mundim, gerente de planejamento de recursos humanos da Petrobras.

Por ano, o país forma 55 mil engenheiros, enquanto na China -- um país com o qual o Brasil é sempre comparado -- são 400 mil.

A área de exploração é a que mais sofre com essa carência. Para os próximos anos, está previsto um intenso movimento no mercado de sondas, equipamento usado na perfuração de poços. A Petrobras vai bancar a construção de 28 equipamentos desse tipo.

O problema é que a operação desses equipamentos requer profissionais experientes no setor, dada a complexidade embarcada em cada uma dessas sondas. O mercado brasileiro se desenvolveu recentemente, e ainda há carência de mão de obra qualificada.

"Há dúvidas se com essa demanda serão formados profissionais com tempo de capacitação e experiência suficientes para operar esses equipamentos. Com mais pessoas inexperientes, pode aumentar o risco de acidentes", afirma Adriano Bravo, presidente da Petra, consultoria voltada para o recrutamento de profissionais do setor de óleo e gás.

No curso de engenharia de petróleo, apesar da grande procura, boa parte dos interessados não consegue a nota mínima exigida para ser aprovada na universidade.

Ao olhar para essa carência, a Petrobras decidiu criar um projeto para mostrar a estudantes do ensino médio de todo o país as profissões ligadas ao petróleo.

A estatal vem percorrendo colégios e escolas técnicas para despertar nos estudantes o interesse pelas carreiras do setor.

As empresas fornecedoras se ressentem de escassez de informações para definir quais são e onde estão as principais carências da indústria petrolífera.

"Queremos unificar, de certa forma, as medidas das empresas para que haja ações mais efetivas", diz a gerente de RH da Promon, Roberta Bonamigo. Folha Online

Importação responde por 22% do consumo no país e bate recorde

De acordo com dados divulgados nesta segunda-feira pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), o chamado Coeficiente de Importações (CI) --que mede a parcela dos produtos vindos do exterior no consumo-- fechou o ano passado em 21,8%, o maior nível da história.

O número corresponde a um crescimento de 3,5 pontos percentuais ante o número de 2009.

Já o Coeficiente de Exportações, que mede quanto da produção nacional foi enviada ao exterior no ano passado, teve leve alta em 2010, chegando a 18,9%. O valor ainda é menor que o registrado em 2008, de 19,6%.

Segundo a Fiesp, além do forte crescimento da demanda doméstica no ano passado, o real valorizado e os benefícios fiscais concedidos por alguns Estados para bens importados foram os principais responsáveis pelo aumento das compras externas no país.

Os dados mostram que, do crescimento de 14,2% no consumo dos brasileiros em 2010, 46,8% foi suprida pelas importações.

Desde o ano passado, a indústria brasileira vem se queixando de que, com o real muito valorizado, o consumo de produtos nacionais tem sido substituído por bens importados, que ficaram mais baratos.

Por causa disso, alguns empresários e especialistas já falam inclusive em um processo de desindustrialização no país, caso a taxa de câmbio não suba. O governo vem adotando medidas para elevar a cotação do real frente ao dólar, mas, por enquanto, apenas conseguiu conter a queda da moeda norte-americana.

Os dados divulgados hoje apontam que, entre os 33 setores pesquisados, 30 tiveram aumento no CI no ano passado --muitos deles também atingindo percentual recorde. Entre eles, destaque para o grande crescimento nas importações da siderurgia, cujo índice passou de 9,3% em 2009 para 16,9% no ano passado.

"A siderurgia merece atenção especial. Se continuar crescendo desse jeito, precisaremos de uma medida de salvaguarda para proteger o setor. Porque as importações prejudicam a continuidade dos investimentos na área", afirmou Roberto Giannetti da Fonseca, diretor do Derex (Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior) da Fiesp.

Na outra ponta, apenas 13 setores tiveram crescimento nas exportações em 2010. Segundo a Fiesp, a alta no CE da indústria no ano se deveu basicamente ao aumento das vendas externas das indústrias extrativas, que passou de 67,4% para 75,3%.

Além disso, a retomada do crescimento em alguns países que são parceiros comerciais do país permitiu uma elevação das exportações em setores como o automotivo (que exportou 13,4% de sua produção no ano passado).

DEFICIT

"Estamos sofrendo de uma doença externa que é a sobrevalorização cambial. E os produtos que mais sofrem são aqueles que utilizam mais mão de obra e mais componentes nacionais", disse Giannetti da Fonseca.

Os dados da Fiesp mostram que, considerando apenas os produtos manufaturados, houve aumento de 45% nas importações no ano passado, contra alta de 18% nas exportações. O deficit comercial da balança de manufaturas chegou a US$ 71 bilhões em 2010.

Para este ano, o diretor da Fiesp prevê que as vendas externas de manufaturados devem se manter praticamente estáveis, com crescimento entre zero e 5%. Para as compras externas, a previsão é de 15%.

"A economia brasileira vai crescer 4,5% este ano, e isso vai fazer as importações crescerem quase até o triplo deste número. Então eu diria que nós podemos prever uns 15% de crescimento das importações em 2011".

Para a balança comercial do país, Giannetti da Fonseca espera redução, pela metade, do saldo positivo em 2011, para cerca de US$ 10 bilhões. Em 2012, segundo ele, o Brasil já terá deficit comercial.

O diretor defendeu ainda uma taxa de câmbio entre R$ 2 e R$ 2,20 por dólar, o que, segundo ele, seria um patamar de "equilíbrio", que aumentaria as exportações, geraria mais empregos e não elevaria em excesso a inflação no país. Folha Online

Revelan los nombres de los supuestos 'narcos' más poderosos de Perú

Dos empresarios de la aviación, uno de la minería y uno de la ganadería forman parte de la lista de siete personas a las que la Policía considera los mayores capos del narcotráfico en el Perú, según un informe revelado este lunes por el diario limeño "El Comercio".
En la lista también aparecen Florencio Flores Hala ("Artemio") y Víctor Quispe Palomino ("José"), jefes de las dos columnas que le quedan al grupo ultraizquierdista armado Sendero Luminoso.
La nómina, elaborada con base en documentos del Poder Judicial y la Fiscalía, notas de inteligencia e informes de la DEA estadounidense, está encabezada por César Cataño, Fidel Sánchez Alayo y Manuel Arévalo, quienes están libres y se mueven como empresarios legales a pesar de las sospechas que los rodean.
Cataño, dueño entre otras empresas de Peruvian Airlines, ha sido objeto de muchas suspicacias por su cercanía con la influyente líder socialcristiana Lourdes Flores, quien ha sido su abogada personal y presidenta de su aerolínea.
El empresario, cuyo nombres original es Adolfo Carhuallanqui pero se lo cambió presuntamente para eludir una acción judicial, fue candidato al Congreso en 2006 por el Partido Popular Cristiano.
Sánchez Alayo es entretanto supuestamente la principal pieza actual de los Sánchez Paredes, familia de la que numerosos miembros están bajo investigación judicial y a la que denuncias periodísticas acusan de tratar de influir en la política con su dinero.
El empresario, que dice dedicarse básicamente a la minería, es hijo de Manuel Sánchez Paredes, una de las cabezas visibles del clan familiar al que investigaciones periodísticas señalan como supuesto ejemplo claro de narcotraficantes que llevan vidas normales.
Entre otras cosas, Sánchez Alayo es primo hermano de Alfredo Sánchez Miranda, quien el pasado fin de semana reveló que en 2006 aportó 5.000 dólares a la campaña del presidente Alan García, lo que hizo que éste se los devolverá inmediatamente.
Arévalo, el otro empresario en la lista, es dueño de la aerolínea Atlantic, que opera en América Central. Aunque "Eteco" figura desde años atrás en puestos prominentes en las relaciones de sospechosos, no hay mayores acciones judiciales en su contra.
La lista la completan dos personajes poco conocidos: Jair Ardela, quien supuestamente lidera una organización muy violenta en la triple frontera con Brasil y Colombia, y el ganadero Gualberto Medina, presuntamente ligado a los remanentes de Sendero Luminoso.
La "kingpin act peruana", como se le llama en referencia al listado similar de Estados Unidos, fue elaborada en una cita de expertos de la Dirección de Inteligencia del Ministerio del Interior, la Fiscalía y los departamentos Antidrogas y Antiterrorismo de la Policía, indica "El Comercio".
"En la cita, hasta ahora secreta, se puso énfasis en objetivos de cuello y corbata que se movieran como pez en el agua en el mundo de los empresarios, que tuvieran como asalariados a políticos y personajes públicos, que gastaran fortunas en contratar a abogados de peso y asesores mediáticos y que hubieran dejado en el pasado sus correrías por los valles cocaleros del Perú", señala el diario. El Mundo

Hallan un submarino con autonomía para trasladar droga hasta México

Un sumergible con una capacidad de carga de ocho toneladas de cocaína y una autonomía de navegación de Colombia hasta México fue hallado en la costa suroccidental colombiana del océano Pacífico.
El submarino, que estaba listo para realizar su primer viaje, fue descubierto el domingo en la zona rural de Timbiquí, localidad del departamento del Cauca (suroeste), informó el jefe del Comando Conjunto Pacífico Número Dos del Ejército, general Jaime Herazo, en la misma zona del hallazgo.
"Es el primer sumergible que se decomisa en el país", destacó el jefe militar, al aclarar que los aparatos de la misma naturaleza intervenidos en el pasado en ese litoral eran semisumergibles, es decir, que navegan casi a superficie.
Este submarino "puede movilizarse sumergido hasta nueve metros", agregó Herazo, para destacar también que la nave fue fabricada en fibra de vidrio y contaba con "toda la tecnología, incluido un telescopio".
Según el militar, que viajó al lugar del hallazgo junto a un grupo de periodistas, el sumergible cuesta unos 2,12 millones de dólares.
La nave tiene capacidad para transportar a cuatro tripulantes y hasta ocho toneladas de carga, continuó Herazo, y resaltó asimismo que cuenta con "una autonomía para desplazarse desde Colombia hasta las costas de México".
El general no identificó a los posibles propietarios del aparato, pero indicó que "pertenece a bandas del narcotráfico unidas con 'narcoterroristas', que recibieron un duro golpe".
El sumergible fue inmovilizado en una operación conjunta de la Armada Nacional, la Fuerza Aérea Colombiana (FAC) y la Fiscalía General, que hallaron en su interior un ordenador, dos fusiles y munición. El Mundo

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